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Exercício físico com cão: Cuidados a ter

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Muitos donos gostam de aproveitar o facto de fazerem exercício físico para levarem o seu cão a passear, contudo, há muitas pessoas que se questionam até que ponto podem “puxar” pela resistência do animal, uma vez que não têm a mesma capacidade dos humanos.

Os cães são animais altamente resistentes, mas apenas quando são jovens adultos. Cães com mais idade e até idosos, não podem, nem conseguem, ter o mesmo desempenho e acompanhar os donos. Antes de levar o seu patudo consigo para correr, caminhar e até andar de bicicleta durante um longo período ou longas distâncias, tenha consciência da idade do cão, raça, tamanho das patas, comportamento do cão na presença de outras pessoas/animais e até das condições meteorológicas.

Nas horas de maior exposição solar, onde há percursos sem sombras, deve evitar levar o seu cão, uma vez que está mais calor e o chão mais quente. Deve analisar vários fatores para determinar se deve levar o seu patudo a treinar consigo.

Cuidados a ter na hora de fazer exercício físico com o seu cão

1. Hidrate o seu cão

Dê água ao patudo para que se mantenha hidratado e menos cansado. Se o levou consigo, tenha em consideração que o passeio também deve ser prazeroso para ele.

2. Utilize coleira

Evite que o seu cão se afaste e se aproxime de outros cães e pessoas. Utilizando a coleira é uma forma de o manter protegido, à sua beira, longe dos carros ou de outros perigos presentes da estrada.

3. Tenha atenção ao piso

Paralelos, chão quente e rochoso são alguns dos exemplos de pisos que magoam e queimam as patas dos cães. Se está a pensar fazer exercício físico num destes pisos, não o faça. Correr é uma atividade que requer consistência, consistência essa que irá magoar o animal.

4. Não sacrifique o cão

Não faça do patudo um atleta, porque não é. Os cães têm limites que devem ser respeitados. Avalie sempre o comportamento do animal e sempre que ele mostrar cansaço, pare. Dê tempo ao cão para descansar e se recompor.

5. Comece os treinos devagar

Não comece a treinar com o seu cão como se fosse correr uma maratona. Assim como acontece com os humanos, a atividade física nos cães deve ser começada desde os níveis mais simples e básicos, subindo a intensidade de forma gradual.

6. Vacinas em dia

Garanta que o cão tem as vacinas em dia para não transmitir nem adquirir doenças da rua ou de outros animais. Proteja o seu animal!

Para além dos cuidados que deve ter no momento de levar o seu cão a fazer exercício físico, pode ainda consultar o seu médico veterinário e confirmar que está tudo bem com o estado de saúde do animal. A prática desportiva é um bom motivo para sair de casa e levar o seu cão consigo, mas respeite sempre os limites do patudo.

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Como preparar o seu cão para a chegada do bebé

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Como apresentar o bebé ao cão

Introduzir um bebé recem-nascido a um cão é uma questão que preocupa muitos pais, uma vez que é um momento bastante decisivo para o bem-estar de todos dentro de casa. Os cães são conhecidos por serem amigos, mas há cães que reagem mal à chegada do bebé, especialmente por sentirem medo ou, em alguns casos, ciúmes . No entanto, as boas notícias é que a grande maioria dos cães, para além de reagiram com estranheza e curiosidade, reagem de uma forma bastante positiva desenvolvendo até afeto pelo bebé. Ainda assim, saiba que deve preparar o seu cão antes e durante a apresentação do bebé. Fique a saber como apresentar o bebé ao seu cão!

Antes da apresentação

1. Deixe o cão aproximar-se da sua barriga

Permita que o seu fiel amigo perceba e ganhe um carinho especial pelo bebé. Os cães são muito inteligentes e facilmente percebem que há algo dentro da barriga da mãe. Para além de serem inteligentes, são sentimentais e o aproximar da barriga irá influenciar o patudo a ganhar sentimentos pelo novo membro da família.

2. Eduque o seu cão

Algumas mães não querem que os cães entrem no quarto do bebé ou que ladrem para não acordar a criança. Para evitar episódios menos bons e até frustrantes tanto para si como para o seu cão, comece desde cedo a ensinar o animal onde pode entrar, onde não pode, eduque-o a ladrar menos e a fazer pouco barulho.

3. Invente um bebé fictício

Sim, leu bem. Para habituar o seu cão aos novos sons com que irá lidar no futuro, reproduza sons de bebés a rir, a chorar e até a “falar” para o animal se ir habituando. As vozes dos bebés podem ser muito agressivas para o ouvido do patudo, por isso é importante que este se comece a habituar e a familiarizar-se o quanto antes com estes sons!

4. Dê atenção ao patudo!

Esta é uma dica muito importante. É verdade que a chegada de um bebé é mais do que motivo para o seu mundo girar à volta da criança, mas não descuide de dar a atenção necessária ao cão. Os cães não devem em momento algum ser desprezados! Apesar da atenção diminuir, mostre que ele não vai ficar esquecido.
Continue a dar-lhe carinhos, atenção e a passeá-lo.

Como apresentar o bebé ao cão

1. Deixe o cão cheirar

Comece por apresentar primeiro as malas do hospital e os objetos já usados pela criança, uma vez que têm o cheiro próprio do bebé. Dê tempo ao cão para cheirar e assimilar o que está a acontecer. Vá dando carinhos e fale com ele. Transforme o momento num ambiente feliz e agradável para todos.

2. Hora de mostrar o bebé!

Ao apresentar o bebé ao cão, comece por introduzir o bebé de longe, com calma. Vá-se aproximando e analisando a reação do patudo. Ao mesmo tempo que se vai aproximando, dê miminhos na criança para o cão perceber que você gosta do bebé e que não há nada a temer.

3. O encontro final

Depois de ter apresentado com calma o bebé ao seu cão, é hora de pousar a criança e, sempre protegendo-a, deixar o seu cão aproximar-se por ele próprio. Dê-lhe tempo pois este é um momento de muitas incertezas. Quando o cão finalmente decidir aproximar-se, deixe-o cheirar o bebé. Vai ver que o seu fiel amigo de quatro patas vai demorar menos de 2 minutos até decidir lamber a criança e enchê-la de beijinhos.

4. Não proteja demasiado o bebé do cão

Impedir que o seu cão se aproxime e lamba a criança é um erro. Não estamos a dizer para deixar o seu cão lamber completamente o bebé, mas não deixar que tal aproximação aconteça é um erro.
Ao evitar que o seu cão conheça e se aproxime do membro mais novo da família, vai deixar o patudo frustrado e triste, o que, como deve imaginar, não seria bom para o ambiente lá em casa e para a vida do patudo.

Se mesmo depois de todos os cuidados, o seu cão continua afastado, com medo e se recusa a conhecer a criança, não force em momento algum a aproximação. O patudo provavelmente precisa de tempo, tanto para ganhar coragem como para superar o medo.

Conforme os dias vão passando, o cão irá aproximar-se naturalmente. Até lá, não deixe os dois sozinhos no mesmo local e respeite o espaço do cão.

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Como acalmar o cão com medo dos fogos de artifício?

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Cão com medo dos fogos de artifício, fogo de artifício cão

As épocas festivas são sempre alturas muito complicadas para os cães e, quem tiver um, sabe muito bem do que estamos a falar. Os cães não suportam o barulho dos fogos de artifício e ficam com medo, ansiedade, nervosismo e, em alguns casos, estes estados podem demorar horas até passarem por completo. Mas porquê? Simplesmente porque eles não sabem a natureza do ruído e associam a algum perigo ou ameaça que se aproximaO dono tem por isso um papel crucial na forma como lida com estes momentos de stress e, para lidar da melhor forma possível, enumeramos alguns pontos que pode pôr em prática para ajudar o seu patudo! Saiba como ajudar um cão que tem medo do fogo de artifício.

Fogo de Artifício: Como ajudar o seu cão

Ajude o seu cão a distrair-se

Fale com ele e dê-lhe carinhos. Mostre que não há nada a temer e tente distraí-lo dos sons. Apesar de ser impossível abstrair o cão por completo do ruído, dê o seu melhor para que ele se concentre na sua voz, sentindo, através da sua calma e tranquilidade, que não precisa de ter medo.

Tenha atenção à sua voz. Não fale com o seu cão com uma voz de tristeza, mas sim com uma voz firme e até feliz. Sorria. Ele irá reconhecer e associar a algo positivo.

Abafe os sons do exterior

Abafe ao máximo o barulho que conseguir e coloque o seu cão numa divisão da casa afastada ou com bom isolamento. Opte também por colocar música de fundo, calma, para que ele possa ouvir menos o fogo de artíficio.

Feche todas as janelas, portões e portas

Tanto para abafar o som, como para evitar que o patudo fuja e procure refúgio noutro sítio. Esta atitude é muito frequente nos cães que, com o desespero, procuram por locais mais seguros onde se possam esconder.

Não deixe o cão sozinho

Deixar o cão sozinho para lidar com o problema só vai piorar a situação.

Os donos conseguem acalmar o cão falando com ele, com comida e brinquedos, mas se o cão quiser ficar sossegado, respeite.

O importante é que ele se sinta mais seguro consigo ao lado dele. Mesmo que se afaste, vai notar que ele o persegue pela casa para se sentir protegido, por isso não o afaste em momento algum.

Recorra à proteção individual

Se reside numa zona com várias vagas de fogos de artifício, compre um protetor canino para as orelhas para que o ruído seja abafado o máximo possível.

Acalmantes para casos extremos

Caso o seu patudo tenha reações graves ao som dos fogos de artifício, procure por dar-lhe um comprimido acalmante. Antes de o fazer, aconselhamos que procure ajuda veterinária para que lhe possa prescrever o comprimido mais indicado ao seu patudo.

Proteja o seu cão melhor amigo, o seu cão.

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Os 7 principais benefícios de ter um cão

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Benefícios de ter um Cão

Ter um cão pode trazer vários benefícios para a saúde e vida das pessoas. Para muitos, um cão é um amigo e é sinal de companheirismo. São conhecidos por serem muito amigáveis e amarem o dono incondicionalmente. Se já tem um cão ou quer ter um, conheça os 7 principais benefícios de ter um cão e o que estes amiguinhos nos dão:

7 Benefícios de ter um cão

1. Ajudam os donos a manter a forma física

Ter um cão obriga o dono a levá-lo à rua para fazer as suas necessidades e até são uma fonte de motivação para fazer exercício físico. O cão é um animal que facilmente acompanha o dono e ,por isso, é um bom incentivo para os donos que gostam de caminhar ou correr.

2. Amigos leais

São os nossos verdadeiros amigos. Independentemente do estado emocional que o dono se encontre ou até de atitudes menos boas, o patudo recebe-o em casa sempre de uma forma feliz e estusiasmada. Podemos sempre contar os cães para todos os momentos!

3. Menos stress

Estudos comprovam que ter um cão faz os donos ficarem mais felizes e com menos stress. Porquê? Os cães mostram-nos o lado positivo da vida e fazem-nos esquecer dos problemas. Só o simples facto de os ter de levar à rua para fazerem as suas necessidades, faz com que os donos passeiem, esquecendo por breves momentos as coisas menos boas.

4. Melhora o sistema imunológico dos bebés

Os cães estão facilmente sujeitos à sujidade e isto faz com que os bebés que tenham contacto com eles desenvolvam o seu sistema imunológico. Desta forma, conseguem, mais facilmente, lutar contra tosse, constipações e infeções nos ouvidos.

5. Diminuição da depressão em idosos

Os idosos que têm cães sentem-se menos sozinhos e menos tristes. Os cães são uma forma dos donos idosos se entreterem e de terem com quem falar. São também um motivo para saírem à rua e falarem com outras pessoas.

6. Contribui para a vida social

Durante o passeio com o cão, existe uma maior probabilidade do dono falar com outras pessoas pelo caminho. Os donos com os cães são um motivo forte para a aproximação de outras pessoas, levando-os a conviverem e, por isso, ter uma vida social mais ativa.

7. Ensinam os donos a serem pessoas melhores

Tanto para crianças como para adultos. Os cães ensinam os donos a ver o mundo de uma forma mais positiva e de amar sem esperar nada em troca.

Resumindo…

Um cão é um verdadeiro companheiro e não é à toa que dizem que são os nossos melhores amigos. Podem trazer muitos mais benefícios para a vida das pessoas para além dos mencionados acima, contudo, é importante avaliar todas as condições para ter um. Adotar um patudo requer responsabilidade, cuidados e alguns gastos mensais que devem ser devidamente antecipados.

Desfrute da vida na companhia de um patudo!

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Como socializar cães com outros cães?

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Socialização dos cães

Como socializar cães com outros cães?

Muitos donos de cães têm receio de levar o seu cão para locais públicos com medo da reação do animal e até de algumas situações que possam ocorrer. No entanto, saiba que a socialização de cães pode ser moldada para que assim possa adicionar um segundo cão à família ou para passear o seu patudo em locais públicos.

Cães bebés

Para que a socialização do seu cão seja natural e fluída, o normal é que este comece a entrar em contacto com os outros animais e até pessoas quando ainda é bebé. É nesta altura que os cães se começam a familiarizar, é mais fácil perderem o medo por causa do seu espírito jovem e dinâmico, e até adotam determinados comportamentos observados noutros animais.

Os cães bebés só devem entrar em contacto com outros cães quando estiverem devidamente vacinados. Se existir interação sem o plano de vacinação em dia, pode-lhes ser transmitida alguma doença.

Observação

Tanto para cães bebés como para adultos, o processo de socialização deve começar sempre com a observação, o contacto visual. O dono deve apresentar o animal num processo lento e alguma com distância de segurança. Acalmar o cão nesta altura é uma grande ajuda para lhe mostrar que não tem com o que se preocupar.

Aproximação

Se durante a observação o cão estiver calmo e até com uma atitude alegre perante os outros cães, pode começar a aproximação, mas sempre em segurança. Note-se que o dono conhece o seu cão, mas não conhece os outros cães, por isso é importante que avalie a abertura do outro lado.

 

Socialização de cães na mesma casa

Observação

A vinda de um segundo cão na casa que já era um território para o cão mais antigo, pode ser um passo complicado. No entanto, o processo deve acontecer como acontece em locais públicos.

Os cães têm um instinto natural de se quererem aproximar de outros, contudo, o problema acontece quando se começam a cheirar, podendo uma das partes ter reações negativas. Esta reação significa que o cão ainda não estava pronto para a aproximação e que sente o seu espaço pessoal invadido por um desconhecido.

Para que isto não aconteça, deixe os dois cães separados algum tempo a observarem-se e vá dando carinhos a cada um para ambos verem que não há nada a temer. Se o dono não tem medo e se aproxima, o cão irá perceber que também o pode fazer.

É importante que vá dando carinho a ambos os cães para não haja lugar a sentimentos de ciúmes.

Aproximação

Depois de verificar que os cães estão a interagir e até a mostrar uma atitude positiva, é a altura da aproximação. Esteja atento a eventuais sinais de agressividade neste momento, pois é na aproximação que os dois cães se cheiram e se estão a conhecer.

Os cães são muito transparentes nos seus sentimentos e, quando não gostam, facilmente consegue perceber isso. Se alguma das partes mostrar desagrado, dê mais tempo na fase da observação. Aconselhamos a trocar brinquedos entre eles para que se habituem ao cheiro um do outro.

Outros cuidados a ter em casa

Mesmo que os cães estejam a interagir bem, é importante que respeite o espaço de cada um. Separe as comidas, pratos de comida e bebida, camas e até os tapetes higiénicos e tabuleiros.

Os cães, mesmo apesar de serem muito amigos, são territoriais e, por vezes, um cão bebé na sua inocência não compreende isto. Proteja o espaço do cão mais antigo na casa.

Cuidados a ter nos relacionamentos entre dono e cães

Também a forma como lida com cada cão terá de ser respeitada. Os cães são muito dados às pessoas e olham para o dono como “o seu deus”. O dono deve ter especial cuidado para dar atenção aos dois cães da mesma forma.

Com a vinda de um segundo cão, é normal que lhe seja dada mais atenção por uma questão de integração e até de novidade, mas esta situação apenas despoletará reações negativas no cão mais antigo. Tenha especial cuidado e atenção às suas interações com cada um.

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O que fazer quando os cães estão sempre a ladrar?

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Cães que estão sempre a ladrar. O que fazer?

É muito comum ouvir os cães bebés a ladrar com frequência, uma vez que quando estão em fase de crescimento estão a começar a conhecer-se a eles próprios e ao mundo que os rodeiam, assim como também é uma forma de chamar a atenção do dono.

É através do ladrar que os cães expressam os seus sentimentos e emoções, contudo, quando se torna num vício aparente, pode trazer consigo um conjunto de situações menos boas para a vida do dono, nomeadamente conflitos com vizinhos.

Através de algumas técnicas poderá reduzir a frequência com que o seu cão ladra, ensinando-o quando deve e quando não deve ladrar. Fique a conhecer as técnicas!

Os 5 principais motivos para o cão ladrar:

-Chamar a atenção do dono;
-Felicidade e excitação;
-Medo e ansiedade;
-Dar sinais de alerta;
-Aborrecimento.

Como ensinar o seu cão a ladrar menos:

1. Não grite
O objetivo é educar e se gritar vai apenas assustar o cão. Mantenha-se calmo e transmita essa calma ao animal.

2. Explore todas as causas
Confirme os possíveis motivos para o seu cão estar a ladrar e elimine-os o máximo que conseguir. O patudo pode ladrar porque tem fome ou até por querer fazer as necessidades.

3. Exercício Físico
Faça com que o seu cão corra e gaste energias, de forma a combater o aborrecimento e a promover um estado de calma.

4. Brinquedos
Para além do exercício físico, dar ao seu cão brinquedos para se entretar é uma ajuda que permite ao animal combater a depressão. Não deixe o seu patudo muito tempo sozinho, especialmente sem ter com que divertir.

5. Eduque
Tente ensinar o seu cão quando deve ladrar e quando não deve. Use reforços positivos como forma de presente, como guloseimas por exemplo. Peça com calma para que pare de ladrar e recompense-o quando o fizer.

Quando consultar ajuda profissional

Antes de procurar um profissional de treino canino, deve garantir que o seu cão não tem nenhum problema de saúde. Recomendamos que visite o médico veterinário para garantir que não existem problemas graves que estejam a incomodar o seu cão, fazendo-o ladrar com frequência.

Depois de confirmar que está tudo bem, procure por um treinador de comportamento canino para lhe ajudar a controlar os latidos do seu animal. Use coleiras anti latido só quando for recomendado pelo treinador, uma vez que são desconfortáveis e podem incomodar o animal por algumas horas. Oprimir o seu cão do seu comportamento natural só o vai fazer ficar triste e desanimado.

Em qualquer das situações, mantenha a calma e não bata no cão. O ladito com frequência é um problema com resolução, mas para isso o dono terá de ter muito paciência e despender algum tempo a ensinar o animal.

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Banho: Tudo o que precisa saber

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Banhos dos cães

Posso dar banho ao meu cão?

Dar banho ao cão deve ser visto como uma necessidade e não deve fazer parte da rotina do animal. Dar banho várias vezes pode causar sérios problemas dermatológicos, uma vez que o excesso de água danifica a camada lipídica, uma camada com uma função protetora que protege a pele do exterior e da desidratação. Por outro lado, com peso e medida, o banho pode ajudar o cão no combate de doenças dermatológicas.

A frequência dos banhos varia de acordo com o estilo de vida e a época do ano, uma vez que no verão existe uma maior tendência para o banho, sendo até aconselhável.

Posso dar banho ao meu cão depois das vacinas?

Tanto os cães adultos como os cães bebés só podem tomar banho 15 dias depois de lhes ter sido administrada a vacina, para evitar que apanhe uma constipação e o sistema imunitário fique ocupado a lidar com a constipação, em vez de com a vacina.

Periodicidade dos banhos

Cães de pelo longo: 1 vez por mês
Cães de pelo médio: Uma vez em cada 4 ou 6 semanas
Cães de pelo curto: Uma vez em cada 6 ou 8 semanas

Considerações a ter na hora do banho:

-Escovagem: Escolha uma escova ideal para o tipo de pelo do seu cão. Retire o excesso de pelos, poeiras ou outras sujidades. Pode escovar o cão antes do banho para retirar o pelo solto e durante o banho.

-Champô: O tipo de champô a utilizar varia de acordo com o tipo de pelo e é um elemento importante a considerar porque existem pelos diferentes, com necessidades de hidratação diferentes. Não utilize champôs de pessoas, uma vez que contêm substâncias intoleráveis pela pele.

Nota: Retire totalmente o champô para não provocar comichão ou secura da pele.

-Temperatura da água: Evite temperaturas muito elevadas e muito baixas. Use água morna, mas nunca esquecendo a estação do ano.

-Segurança: Os cães costumam escorregar na banheira, pelo que deve garantir que está devidamente seguro. Opte por colocar toalhas no chão da banheira, não só para dar segurança ao cão, mas também para fazer com ele se sinta confortável.

-Secagem: Utilize toalhas nos meses mais quentes do ano para absorver o excesso de água e um secador nos meses mais frios para secar totalmente o patudo. Cuidado na hora utilizar o secador para não queimar a pele! Afaste o secador ligeiramente e mantenha alguma distância de segurança.

-Orelhas: As orelhas devem ser protegidas na hora do banho, uma vez que a entrada de água pode causar otites no animal. Na hora do banho, tenha especial cuidado com o canal auditivo e limpe o interior com um produto adequado. Não utilize cotonetes, algodão, nem água ou champô diretamente.

Dê tempo ao seu cão para que se habitue ao banho. Alguns cães ficam tensos e com medo, por isso acalme o seu patudo e leve o tempo necessário para concluir a tarefa com sucesso. Evite tons de voz negativos para não assustar o animal e vá molhando-o com calma e alguns carinhos à mistura.

O famoso banho seco

O champô seco é, como o próprio nome indica, um champô que não precisa de água. É ideal para higienizar o cão nas épocas com temperaturas mais baixas e para uma ação rápida na higiene do animal.

Os champôs secos limpam e hidratam a pelagem, combatendo a sujidade e odores que teimam em não sair. É claro que se o cão andar na lama, dificilmente o champô seco terá sucesso. Nestes casos, o melhor a fazer será usar água, mas para casos pontuais que se trate apenas de um cheiro do pelo mais forte ou que o pelo esteja a precisar de um brilho extra, usar champô seco é totalmente eficiente.

Esta é também uma opção válida para os cães doentes ou que estão a passar por um período pós-operatório.

Vantagens do champô seco:

-Ótimo no inverno para o cão não apanhar frio.
-É seguro e eficiente.
-Pode ser usado em cães de qualquer idade.
-É um processo prático e rápido.
-Neutraliza odores e perfuma sem agredir poros e pelos.
-Mantém o cão higienizado.

Banho com champô seco

Da mesma forma que os banhos com água, os banhos com champô seco devem ser antecedidos com boa uma escovagem para retirar o pelo morto e possíveis nós.

O champô seco deve ser aplicado pelo corpo, com exceção da cabeça. Aconselhamos a consultar as instruções do produto para aplicar o champô corretamente. O banho deve terminar com outra escovagem para retirar resíduos do champô e até novos nós que possam ter sido criados.

Em qualquer das opções de banho, tranquilize o seu cão e vá dando miminhos para que relaxe e fique confortável. Apesar de alguns cães demonstrarem medo no início, esta é uma tarefa a que eles facilmente se habituam, sendo uma questão de tempo até ficarem totalmente familiarizados.

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9 alimentos que o seu cão não pode comer

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São vários os alimentos que os cães não devem comer e que nós, humanos, insistimos em dar ao nosso animal, na maior parte das vezes de forma inconsciente sobre os riscos que podem ocorrer.

Os cães não devem seguir a mesma dieta que os humanos, uma vez que grande parte dos alimentos lhes causa intoxicação podendo, em casos extremos, levar à morte. É por isso muito importante alertar os donos para uma dieta saudável do seu animal que não se deve estender muito para além da ração própria para cães.

Fique a conhecer os 9 alimentos presentes na comida dos humanos que não deve dar ao seu cão em momento algum. Fazendo-o, fique a saber que estará a colocar em risco a saúde do seu companheiro de 4 patas.

9 Alimentos que os cães não podem comer

Cebola e Alho
A cebola e o alho estão bem presentes na alimentação dos portugueses e, quando há sobras de comida, normalmente calha aos cães comerem. Estes alimentos têm tiossulfato, composto por enxofre e oxigênio, e não deve ser ingerido pelos cães, uma vez que provoca a oxidação dos glóbulos vermelhos, contribuindo para o desenvolvimento de anemia hemolítica. Evite dar cebola ou alho ao seu cão, mesmo em quantidades pequenas.

Uvas
Apesar de ser desconhecida a causa das reações graves dos cães à ingestão de uvas, este alimento provoca uma intoxicação grave no animal pelo que deve ser evitado, mesmo em doses pequenas.

Açúcar
Assim como os humanos, os cães precisam de açúcar. O açúcar presente na ração própria para cães é mais do que suficiente para a dieta dos caninos, pelo que é de evitar dar açúcar extra ao seu cão. Oferecer açúcar extra pode trazer várias consequências para a saúde do animal como ganho de peso e desregulação da taxa de glicemia, levando ao aparecimento de diabetes.

Caroços das ameixas, pêssegos, diospiros e outros frutos com caroço
As sementes e os caroços das frutas contêm cianeto, uma substância tóxica para a saúde dos cães, que pode causar a inflamação do intestino delgado e a obstrução intestinal no cão. Os cães podem comer estas frutas, mas nunca com os caroços ou sementes. Por isso, se quer proteger a saúde do seu animal, retire sempre os caroços e sementes das frutas antes de dar ao patudo para comer.

Ossos
Uma vez que os ossos podem ser pontiagudos, ingerir este alimento pode levar a lesões internas e até mesmo perfurar determinados órgãos do cão como o esôfago, por exemplo. Para além das lesões que pode causar a nível interno, os ossos podem conter bactérias altamente prejudiciais para a saúde do animal.

Café, chá e outras bebidas com cafeína
Alimentos com cafeína são muito perigosos para os cães, especialmente para o seu sistema nervoso, urinário e cardíaco. Porquê? Porque causa intoxicação no animal levando-o a apresentar sintomas como tremores, vômitos ou hiperatividade. Em casos extremos, acelera os batimentos cardíacos do animal deixando-o mais ofegante.

Chocolate e Cacau
O chocolate e cacau, por terem cafeína e teobromina na sua composição, causam intoxicação nos cães. Os cães que ingeriram chocolate ou cacau, apresentam sintomas como tremores, vômitos ou hiperatividade. Em casos extremos, acelera os batimentos cardíacos do animal deixando-o mais ofegante.

Leite e derivados
À medida que os cães vão entrando na idade adulta, a enzima lactase, que é a enzima responsável por dirigir a lactose, vai diminuindo no organismo dos caninos, fazendo com que os cães passem a ser intolerantes à lactose.

O seu cão comeu alguns destes alimentos?

Se a sua resposta for sim e o seu cão apresentar sintomas, atue rapidamente e leve-o imediatamente ao seu médico veterinário.

Proteja o seu cão!

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O meu cão não para de roer! O que faço?

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São muitas as famílias que acolhem um cão e que acabam por ver os seus pertences roídos pelo novo membro da família. Os cães, especialmente em crianças, têm uma necessidade natural de roerem, mas porquê? Descubra neste post as causas e também como impedir que o cão roa as suas coisas.

Causas de os cães roerem

São vários os motivos para os cães roerem e entre eles temos:

1. Dentes a nascer

Esta é uma das razões mais frequentes para os cães roerem quando são crianças. Com a mudança da dentição, que normalmente tem uma duração de 3 meses, os cães sentem comichão na gengiva, dores ou até sentem a necessidade de tirar um dente de leite. A forma de satisfazerem o mal-estar é levando à boca os primeiros objetos que encontram à frente.

2. Não têm brinquedos próprios e adequados para roer

Para além dos brinquedos caninos ajudarem na prevenção de formação de tártaro e de contribuírem para a saúde da gengiva, estes ajudam o cão a combater problemas que sintam na boca e até o tédio que possam estar a sentir. Existem vários brinquedos, das mais variadas formas e feitios, adequados para cada raça de cão, pelo que deve procurar o mais indicado para o seu amigo de 4 patas.

3. Gastam pouca energia e ficam entediados

Nos casos em que os cães ficam muito tempo em casa, sozinhos ou até parados, estes acabam por ficar aborrecidos, procurando por formas de se divertirem. Roer objetos é uma das formas que encontram, pelo que é muito importante que o cão gaste energias diariamente para combater o tédio e a solidão.

4. Medo

Quando os cães estão com medo tendem a roer os objetos para aliviarem a sua inquietação e ficarem mais relaxados. São várias as situações que os cães ficam com medo, nomeadamente com trovoada, quando os donos gritam, com fogos de artificio, alarmes, etc. Torne o ambiente que o seu cão vive mais relaxado e ajude o seu patudo a distrair-se.

5. Raça

Algumas raças de cães são muito energéticas e por isso têm muita energia para gastar. A tendência para roerem é grande, tanto quando são crianças como quando são adultos. Logo, uma boa caminhada ou correria é um fator muito importante para fazer com que o cão gaste energias e para que não sinta a necessidade de roer tudo à sua volta.

Raças com o hábito de roer:

-Labrador Retriever
-Golden Retriever
-Pastor de Shetland
-Beagle
-Jack Russell Terrier
-Pit Bull

6. Ansiedade

Uma das formas que os cães encontram para combater a ansiedade é roendo objetos. Estando nervosos, os cães gastam energias a roer, ficando assim mais relaxados. São vários os motivos para a ansiedade nos cães, como por exemplo: mudar de casa, conviver com pessoas diferentes, trovoada, etc.

Apesar de este ser um problema frequente e de fácil resolução, a maior parte dos donos opta por isolar o cão, colocando-o fora de casa. Esta não é, sem dúvida, a forma correta de resolver o vício do patudo.

Como impedir que o cão roa

A forma de impedir que o seu cão roa varia da causa que o faz roer, mas, de uma forma geral, levar o seu cão a fazer exercício, gastando energias, é um bom começo. Passeie o seu cão, brinque com ele e dê-lhe brinquedos apropriados à sua idade e dentição. Não deixe o seu patudo sozinho e sem atenção por muito tempo.

Não deixe à disposição do cão meias, sapatos, chinelos, cabos elétricos, produtos e plantas tóxicas, ou outros objetos pessoais. Mantenha-os fora do alcance do animal.

O bem-estar dos cães depende, na maioria das vezes, dos donos.

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Como curar a diarreia em cães?

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Diarreia cães, cães com diarreia

A diarreia nos cães é caracterizada pela alteração da consistência das fezes, passando de duras para líquidas. Para além da alteração da consistência das fezes, verifica-se também um aumento da frequência com que os cães fazem as suas necessidades e dos gases intestinais. A diarreia faz os cães perderem muitos líquidos, alterando o seu bem-estar, humor, perdem o apetite e entram num estado de cansaço permanente. Pode ser fatal nos cães mais jovens por serem mais vulneráveis do que os cães adultos. Neste artigo, saiba quais as causas e como curar cães com diarreia.

Causas da diarreia nos cães

As causas da diarreia nos cães variam muito. Pode ser provocada por determinados alimentos, mudanças na dieta, plantas ingeridas, vírus transmitidos por outros cães, alergias, stress, perturbação emocional, parasitas, gastroenterite de origem bacteriana (como a salmonela) ou até doenças.

Desta forma, deve ficar atento ao que o seu cão comeu ou ao que fez nos últimos dias de diferente que lhe possa ter causado tal reação. O histórico do animal é muito importante para determinar a causa da diarreia.

Independentemente da causa, a diarreia provoca perda massiva de líquidos deixando o cão frágil e débil. Deve analisar todos os sinais do animal, uma vez que a reação pode ser fatal.

Como evitar a diarreia nos cães

  1. Não dê ao seu cão comidas ricas em hidratos de carbono ou gorduras. Evite dar este tipo de alimentos ou reduza ao máximo.
  2. Não misture diariamente comidas diferentes e de grande variedade para não causar irritabilidade ou alergias.
  3. Dê a comida em pequenas porções, dando tempo ao organismo do animal para ir digerindo.
  4. Fique atento à data de validade dos alimentos. As pessoas têm a tendência a não confirmar a data de validade dos alimentos dos cães, mas é uma verificação necessária e que pode influenciar o bem-estar do seu patudo.

Tratamento da diarreia nos cães

Uma das principais consequências da diarreia nos cães é a perda de líquidos, por isso é muito importante que o seu cão ingira líquidos ao longo dos dias em que está com a reação.

Durante o 1º dia da reação, o cão não deve comer. Deve fazer jejum para que dê tempo ao organismo de processar e expulsar o que está a causar a diarreia.

Depois do 1º dia em jejum e com a ingestão de líquidos, deve dar comidas leves e cozidas como arroz ou frango, para ajudar na recuperação e no combate do cansaço.

A comida deve ser fornecida ao cão em pequenas doses e intervaladas para ir avaliando a reação do animal.

Caso a diarreia não passe em 2 dias, 3 no máximo, deve levar o seu cão ao veterinário para que seja avaliado e lhe seja prescrito um tratamento adequado.

O veterinário irá avaliar a cor das fezes e a consistência para determinar a causa da diarreia. Poderá ainda colocar o cão no soro para ajudar na estabilização do animal.

Podem ser solicitados alguns exames para determinar a origem como:

  • Coproparasitológico (exame de fezes)
  • Hemograma e leucograma completo (exame de sangue)
  • Raio-X
  • Ultrassonografia

Na maioria dos casos, a diarreia passa em 48 horas ou através da ingestão de antibióticos.

Fique atento ao seu cão e, caso suspeite que está com diarreia, siga os passos acima indicados. Nos casos extremos, recomendamos que leve imediatamente o patudo ao médico veterinário para que possa ser devidamente acompanhado.

Como curar a diarreia em cães? Read More »